Alguns carros alegóricos já saíram da Cidade do Samba em direção ao Sambódromo, ontem à noite. Mas eram da Viradouro e Curicica, duas escolas da Série A que ocuparam provisioriamente dois galpões vazios. A agremiação de Jacarepaguá, visivelmente deve ficar nas últimas posições e tentar brigar para não cair.
Nas coirmãs do Grupo Especial, as donas do lugar, ainda havia muito trabalho nos barracões. O tripé da comissão de frente do Tuiuti estava começando a ser construído do lado de fora, sob os olhos atentos do coreógrafo Jaime Arôxa.
A pequena alegoria de apoio da comissão da Vila (que traz a coroa) também estava na parte externa de seu galpão, mas já recebendo a decoração final. Do lado de dentro, a azul e branca estava correndo contra o tempo para terminar o acabamento de pelo menos dois de seus carros. Outro tripé na porta da Vila é um que vai desfilar no meio da ala das baianas, representando uma plantação de algodão.
Já a Portela pôs a maior parte do seu abre-alas dourado para fora. Curiosos tiravam fotos com a alegoria, enquanto caminhões pipa chegavam para abastecer os carros que estavam sendo testados para contar o enredo "Quem Nunca Sentiu o Corpo Arrepiar ao Ver Esse Rio Passar...". A agremiação de Madureira ainda construía pequenas canoas de madeira no pátio do complexo carnavalesco.
Retoques finais eram dados em uma tenda árabe na frente da Mocidade. O elemento deve fazer parte da comissão de frente, que trará Aladin e companhia. Dentro, aderecistas terminavam uma alegoria branca, que vai representar a Universidade de Fez.
As casas que formam o elemento cenográfico do segmento de abertura da Grande Rio também estava sob as vistas do público e ganhando decoração. A tricolor de Caxias está tão grandiosa que a maioria dos seus carros batem no teto.
Várias escolas pareciam estar tranquilas, com trabalhos praticamente prontos. São elas: Salgueiro, Tijuca, São Clemente, Beija-Flor, Imperatriz e Ilha. Na Mangueira, como O CARNAVAL CARIOCA adiantou, a última alegoria a ser construída foi a de Iemanjá, que ainda ganha adereços.
Muitos componentes chegavam para pegar suas fantasias. Na Beija-Flor e Tijuca, haviam filas nas portas. Outros, ainda ensaiavam para fazerem bonito na Avenida. Era o caso de uma ala de índios da Imperatriz, que vão carregar troncos de árvores.

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