Os desfiles da segunda noite da Série A já começaram na Marquês de Sapucaí e o público e integrantes das escolas de samba contam com sete postos médios montados pela Prefeitura do Rio para atender a quem precisar. Até as 22h, 62 pessoas precisaram recorrer aos postos, que ao todo contam com 33 leitos, sendo oito de suporte avançado; e 125 profissionais de saúde se revezando nos plantões – 50 médicos, 25 enfermeiros e 50 técnicos de enfermagem. 
 
Os postos da Prefeitura no Sambódromo foram aprovados na sexta-feira em inspeção do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj). Durante a visita, técnicos e fiscais do Conselho constataram a qualidade do planejamento feito pela Secretaria Municipal de Saúde, destacando pontos satisfatórios como o número de médicos e os materiais e insumos disponibilizados, que estão de acordo com a necessidade do atendimento aos foliões, como apontado no relatório.
 
E não é só na passarela do samba que a Prefeitura montou postos médicos para atender os foliões. Também no circuito dos blocos foram montados quatro postos de atendimento – dois no Centro, um em Copacabana e outro em Ipanema. Desde a abertura oficial do carnaval, entre sexta-feira e a noite deste sábado, os quatro postos já fizeram 64 atendimentos, com apenas seis remoções para hospitais da rede, o que mostra a capacidade de resolução desses postos. 
 
Além dos postos médicos montados nos circuitos dos blocos, os foliões que precisarem também podem procurar diretamente os hospitais de emergência e unidades de pronto atendimento (UPAs).  O Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro, por exemplo, recebeu entre a noite de sexta e a noite deste sábado, 31 pacientes que saíram dos blocos e procuraram ou foram levados direto para a unidade. 
 

 
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